quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sin despertar

Chegou a hora de eu deixar os meus dedos deslizarem pelo teclado. Eu não garanto que saíra alguma coisa, afinal, falar sobre isso nunca chegou a algum lugar.

Meus dias são extremamente curtos, mas ao mesmo tempo se rastejam para passar. Tua indecisão me tira do sério. Decida-se. É só o que peço. Não quero estar aqui quando tu resolveres se entregar, em deixar a chave comigo. Quero poder ter seguido as ruas sem me preocupar com o que virá.

Enquanto tu tens alguém para te consolar, eu sigo sozinha. Mas nem tão sozinha assim. Eu apenas tenho azar, ou o certo seria falta de sorte?!

Eu já tentei desencanar, mas é incrível como as coisas aparecem em um piscar de olhos e me fazem relembrar de tudo. De tudo que passa por minha cabeça.

Só que chegou à hora do profissionalismo, meus testes dizem que seremos grandes amigos, ao contrário do que já imaginei. Quem sabe não seja isso mesmo?

Eu só quero ser mais livre, livre de ti. E poder corresponder alguém que tem o que tu não tens; iniciativa.


Um beijo pra ti.

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